>>:Perfil:<<

Nome: Mariana Trevisan Dini
Idade: 22


>>:Blogs de amigos:<<

Blog
Blog
Blog
Etc...

>>:Links:<<
Veterinária Online
Link 2
Link 3


>>:Créditos:<<
Templates da Lua

[Quarta-feira, Fevereiro 06, 2008]

;)

por Mariana Trevisan * 4:41 PM


Comments:

[Segunda-feira, Novembro 19, 2007]

Auto - Avaliação!
Esse blog foi feito a partir das aulas de fisiologia com o intuito de fazer com que os alunos se interessassem mais pelos assuntos abordados.
Para mim funcionou, porque acabei pesquisando vários sites interessantes que hoje em dia fazem parte do meu "acesso diário".
Senti falta de comentários do pessoal da classe, confesso que não fiz tambem, mas, acho que não houve essa iniciativa.
Achei interessante o método, e livre, ja que podíamos colocar qualquer coisa relacionada que achássemos!
=)

Beijos.


.E acho que até vou continuar com ele! hahaha =D

por Mariana Trevisan * 7:03 PM


Comments:

[Segunda-feira, Novembro 05, 2007]

**Caso Clínico**
O caso é de um labrador macho, de 4 anos,com 300 de uréia, 6 de creatinina, apresentando quadro de anúria a cerca de 2 dias após 2 dias de fluidoterapia intensiva associada a diuréticos sem sucesso. apresentava edema generalizado, dificuldade respiratória e hiperhridratação.
Foi instituido tratamento nefrológico associado à hemodiálise, com o intuito de controlar a insuficiência renal e desidratar o animal até que os rins respondessem a terêpêutica instituida.
Após 3 sessões de hemodiálise e 3 dias em UTI nefrológica, o animal foi liberado, tendo alta clinica 2 dias depois.


Fonte: Veterinária online

por Mariana Trevisan * 6:17 PM


Comments:

Doenças do aparelho urinário


A Insuficiência renal crônica
É devida a lesões glomerulares (glomerulonefrites de origem imunológica, amiloide, nefro-angio-esclerose) ou a lesões intersticiais, todas provocadas por uma destruição progressiva e irreversível dos nefros, as unidades funcionais dos rins. À medida que a quantidade de nefros diminui, a função renal fica comprometida e a insuficiência renal aumenta.
O animal que sofre de insuficiência renal crônica começa bebendo e urinando mais do que o de costume (poliúria/polidipsia). Em seguida aparecem as perturbações digestivas (vômitos, diarréia), que precedem as neurológicas.
O tratamento da insuficiência renal crônica é essencialmente baseado na utilização de dietas hipoproteícas, uma vez que as proteínas formam resíduos à base de uréia, muito tóxicos para o organismo. Em condições normais, eles são excretados pelos rins, mas na insuficiência renal crônica acumulam-se no sangue.
A terapiase dirige apenas aos sintimas, sendo que o tratamento causal nem sempre é eficaz. No entanto, os recentes progressos da medicina permitem entrever a possibilidade de um dia se poder fazer um transplante renal, como se faz no homem, nas mesmas circunstâncias. A hemodiálise, prescrita no caso humano até que se possa fazer um transplante, também não é utilizada nos cães.


A Insuficiência renal aguda
O animal entre de súbido em anexoria, tem vômitos e diarréias, por vezes hemorrágicas. Paralelamente, a concentração de uréia e creatinina no sangue aumenta, atingindo valores via de regra muito elevados, ao passo que na insuficiência renal crônica esses mesmos parâmetros (que se usam para avaliar a função renal) aumentam com moderação.
Na origem desta forma de insuficiência renal, podem estar fatores isquêmicos (caso do rim que tenha sofrido alterações decorrentes de mudanças de circulação sangüínea), infecciosos (sobretudo leptospirose) e tóxicos.
Os tratamentos aplicáveis no caso de insuficiência renal aguda consistem na terapia com fluidos e eletrólitos e em medidas de purificação extra-renal (diálise peritoneal). Algumas formas da doença respondem bem à medidas terapêuticas, mas nas outras o prognóstico é, infelizmente, mais reservado.


Cálculos Urinários - Urolitíase
Nos cães podemos encontrar 4 tipos de urólitos (cálculos): os de fosfato, geralmente associados a uma infecção do trato urinário; os de urato; os de oxalato decorrentes de alterações metabólicas; e os de cistina, cuja ocorrência depende de predisposição hereditária.
A freqüência e o tipo dos cálculos podem variar conforme as raças. Assim, os cálculos de cistina são observados com mais freqüência no Dachshund e os de urato no Dálmata.
A presença destes cálculos no trato urinário pode levar ao aparecimento de hematúria (sangue na urina), cistites, incontinência, retenção urinária, complicações infecciosas e renais. Por vezes um cálculo introduz-se na uretra e não consegue passar por certas zonas particularmente estreitas. Daí resulta uma obstrução uretral que só poderá ser resolvida, muitas vezes, recorrendo-se à cirurgia.
O tratamento da urolitíase no cão pode ser medicamentoso ou cirúrgico, conforme o quadro que o animal apresente.
Em casos obstrutivos, o cão pode apresentar-se visivelmente desidratado, letárgico ou comatoso. Nestes casos a terapia é instituída de modo a estabilizar as condições do animal para que possam ser iniciados os procedimentos para a remoção do cálculo.
Se a bexiga estiver distendida, ela deve ser esvaziada através de sonda, catéter ou massagens, sendo que às vezes é preciso anestesiar o animal.
Geralmente o veterinário solicita um exame de urina, através do qual é possível determinar a ocorrência de infecção e a natureza do cálculo.
Se for constata a presença de um processo infeccioso, utiliza-se um antimicrobiano e um acidificante urinário. Se o animal apresentar apenas uma propensão para a formação de cálculos, quer seja de origem genética ou devido a uma dieta inadequada, a terapêutica consiste na administração de dietas calculolíticas (rações especiais) disponíveis no mercado.
Os cálculos nos rins são bastante raros no cão, mas, quando existem, pode ser necessário recorrer a uma intervenção cirúrgica. Muitas vezes, os cálculos podem obstruir os efíncteres urinários ou a uretra, provocando sérias retenções urinárias.



As infecções do trato urinário (ITU)
Na maior parte dos casos, a infecção urinária canina é uma consequência de infecções em órgãos vizinhos, como na próstata, útero, vagina ou, mais raramente, sistêmicas. Por conseguinte, não basta tratar os seus sintomas, tem é de se tratar a sua causa. Esta procura-se sistematicamente mediante um exame clínico aprofundado com radiografias e exames complementares.
As infecções do trato urinário são causadas por germes que em geral provém do tubo digestivo. Algumas, principalmente as crônicas, são particularmente difíceis de curar.


Incontinência Urinária
Caracterizada pela micção involuntária, a incontinência urinária do cão pode ter múltiplas causas. Pode ser o resultado de lesões do sistema nervoso, de mal-formações congênitas, de lesões adquiridas na bexiga e nos esfíncteres ou de desequilíbrios hormonais. Não existe, por isso, um tratamento único para a incontinência urinária, mas tratamentos específicos de acordo com cada causa.
Em geral, as lesões do sistema nervoso, da bexiga e dos esfíncteres são difíceis de tratar e, embora existam nvos protocolos terapêuticos, os resultados ainda não são satisfatórios.
Em contrapartida, algumas mal-formações congênitas podem ser totalmente corrigidas mediante cirurgia. Assim acontece com a ectopia ureteral ou com a persistência do canal fraco.
Como sequela de certas intervenções cirúrgicas, também podem surgir incontinências urinárias causadas por fístulas ou por aderências. Uma nova intervenção pode recuperar a continência normal, mas nem sempre o resultado é garantido.


Fonte: Dog times

por Mariana Trevisan * 6:14 PM


Comments:

Sistema Urinário:

O sistema urinário é constituído pelos órgãos uropoéticos, isto é, incumbidos de elaborar a urina e armazená-la temporariamente até a oportunidade de ser eliminada para o exterior. Na urina encontramos ácido úrico, ureia, sódio, potássio, bicarbonato, etc.
Este aparelho pode ser dividido em órgãos secretores (que produzem a urina) e órgãos excretores (que são encarregados de processar a drenagem da urina para fora do corpo).
Os órgãos urinários compreendem 2 rins, que produzem a urina, 2 ureteres ou ductos, que transportam a urina para a bexiga (1), onde fica retida por algum tempo, e a uretra (1), através da qual é expelida do corpo.
Além dos rins, as estruturas restantes do sistema urinário funcionam como um encanamento constituindo as vias do trato urinário. Essas estruturas – ureteres, bexiga e uretra – não modificam a urina ao longo do caminho, ao contrário, elas armazenam e conduzem a urina do rim para o meio externo.



Vista geral de uma cadela apresentando a localização geral dos rins, ureteres, bexiga urinária, uretra, orifício uretral e vagina



Vista ventral dos rins caninos apresentando as artérias renais, veias, ureteres e sua posição relativa à aorta, veia cava e glândulas adrenais.


Introdução às doenças renais

Cães e gatos possuem dois rins que têm cor vermelho-escuro e forma de um grão de feijão. Em animais adultos, o tamanho dos rins pode variar de 2,0 cm à 12,0 cm cada um e pesam entre 20 g a 200g cada um. Localizam-se nas costas um de cada lado da coluna e são protegidos pelas últimas costelas.
Passam pelo rim aproximadamente 500 a 2.000 litros de sangue por dia que chegam através das artérias renais.

No interior dos rins, as artérias dividem-se em vasos, cada vez menores, até formarem um enovelado de vasos muito finos que constituem o glomérulo. O glomérulo é o verdadeiro filtro do rim, por onde o sangue passa e é filtrado, eliminando todas as substâncias indesejáveis através da urina. Existem aproximadamente 415.000 glomérulos no rim de um cão e cerca de 190.000 no rim de um gato.

A urina é formada pela eliminação da água desnecessária, dos sais e outros produtos que não devem ser acumulados no sangue. A quantidade diária de urina formada depende do porte do animal, sendo o ideal, uma produção urinária de 1,0 ml/kg/hora. Um cão de 10 kg deve produzir cerca de 10 ml de urina por hora ou 240 ml/dia. Partindo do rim, a urina inicia a sua caminhada para o exterior, descendo pelo ureter, chegando à bexiga e saindo pela uretra. Na urina é eliminado diariamente, além da água, sódio, cálcio, fósforo, uréia, ácido úrico e inúmeros outros produtos do catabolismo do organismo. O trabalho metabólico aproveita o que serve para o organismo e rejeita o que não deve ser assimilado (produto catabólico) e envia ao rim para ser eliminado por ser desnecessário.


Para que servem os rins?

1. O rim é responsável pela eliminação dos resíduos tóxicos produzidos pelo organismo como a uréia, creatinina etc... É a sua função de filtração, de limpeza ou de depuração.
2. O rim controla o volume dos líquidos, portanto qualquer excesso de água no corpo é eliminado pela urina; é o chamado efeito diurético.
3. O rim exerce controle sobre os sais de nosso corpo, eliminando os seus excessos ou poupando-os nas situações de carência.
4. A partir do controle do volume (líquidos) e dos sais, ele exerce grande influência sobre a pressão arterial e venosa do nosso organismo.
5. O rim produz e secreta hormônios: a eritropoetina, a vitamina D e a renina. A eritropoetina interfere na produção dos glóbulos vermelhos e a sua falta pode levar a uma anemia de difícil tratamento. A vitamina D, calciferol, controla a absorção intestinal de cálcio. E a renina, junto com a aldosterona, controla o volume dos líquidos e a pressão arterial de nosso organismo.


Como se reconhece que o rim está doente?

O rim pode ser atingido por doença de origem imunológica, inflamatória, infecciosa, neoplásica, degenerativa, endócrina, cardiológica, circulatória, congênita e hereditária.
A primeira atitude é observar a urina, seu volume, sua cor, seu cheiro e a maneira como é eliminada (jato). O volume de urina pode estar aumentado ou diminuído. Grandes volumes diários ocorrem na diabete. A cor pode se manifestar turva, esbranquiçada ou sangüinolenta.
O ato de urinar apresenta-se com dor, ardência, urgência, ou em pequenas quantidades em inúmeras micções diurnas ou noturnas. Pode haver presença de edema nos membros, tórax e olhos. Quando o rim está inflamado, infectado ou aumentado por tumor ou obstrução ocorre dor constante na região lombar.

Quando há cálculos a dor é aguda, intensa e em cólica. O paciente portador de doenças como diabete, erlichiose, hiperadrenocorticismo, hipoadrenocorticismo, reumatismos e hipertensão arterial, tem propensão a ter uma doença renal.

Ao exame físico, podemos encontrar pele pálida e seca, edema , sinais de anemia, dor lombar à palpação ou percussão e hipertensão arterial.
O exame comum de urina pode apresentar albumina, glicose, sangue, pus e bactérias; o exame de sangue mostra taxas alteradas de uréia, creatinina, fósforo, cálcio e outras substâncias retidas pela dificuldade de filtração.

A ultrasonografia ou radiologia pode demonstrar a presença de cálculos, sinais de obstrução das vias urinárias, alterações na forma e tamanho do rim.


Ultrassonografia mostrando urolitíase canina.

por Mariana Trevisan * 5:43 PM


Comments:

[Segunda-feira, Outubro 29, 2007]

Insuficiência Cardíaca

O que é?
O coração é um músculo formado por duas metades, direita e esquerda. Quando uma dessas cavidades falha como bomba, não sendo capaz de enviar adiante todo o sangue que recebe, falamos que há insuficiência cardíaca.
A Insuficiência Cardíaca (IC) não é uma doença do coração por si só. É uma incapacidade do coração efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de outras enfermidades, do próprio coração ou de outros órgãos.

Como se desenvolve?
Existem a Insuficiência Cardíaca Aguda (ICA) que é um acontecimento súbito e catastrófico e que ocorre devido a qualquer situação que torne o coração incapaz de uma ação eficaz. Geralmente é conseqüente a um infarto do miocárdio,(raro de ocorrer em cães e gatos) ou a uma arritmia severa do coração. É uma situação grave, exige tratamento médico emergencial e mesmo assim é, muitas vezes, fatal. E existe a Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) que pode aparecer de modo agudo mas geralmente se desenvolve gradualmente, às vezes durante anos. Sendo uma condição crônica, gera a possibilidade de adaptações do coração o que pode permitir uma vida prolongada, às vezes com alguma limitação aos animais portadores, se tratada corretamente.

As principais causas de insuficiência cardíaca são as que se seguem:
• Doenças que podem alterar a contractilidade do coração.
• Doenças que exigem um esforço maior do músculo cardíaco. É o que ocorre na hipertensão arterial ou na estenose (estreitamento) da válvula aórtica (raro) que, com o tempo, podem levar à Insuficiência Cardíaca Congestiva do ventrículo esquerdo.
• Doenças pulmonares como o enfisema podem aumentar a resistência para a parte direita do coração e eventualmente levar à Insuficiência Cardíaca Congestiva do ventrículo direito.
As manifestações de Insuficiência Cardíaca Congestiva variam conforme a natureza do estresse ao qual o coração é submetido, da sua resposta, bem como de qual dos ventrículos está mais envolvido. O ventrículo esquerdo costuma falhar antes do direito, mas às vezes os dois estão insuficientes simultaneamente.

O que o animal sente?
Falhando o ventrículo esquerdo, o território que congestiona é o pulmonar. Isso explica a falta de ar, que de início surge aos grandes esforços, depois aos médios, terminando pela falta de ar mesmo em repouso. Com a piora surge a ortopnéia, a falta de ar quando deitado. O animal pode acordar durante a noite devido à falta de ar o que a obriga a sentar para obter algum alívio. É a dispnéia paroxística noturna. Isso pode evoluir ainda para um quadro ainda mais grave de descompensação esquerda denominado de edema agudo de pulmão, grave, e que termina em morte se não tratado de urgência.
Falhando o ventrículo direito surge o edema, ou o inchaço de membros , principalmente dos membros posteriores e do fígado, além de outros órgãos, tudo provocado pelo acúmulo de líquidos nesses órgãos.

Como o médico veterinário faz o diagnóstico?
O médico veterinário faz o diagnóstico através de um exame clínico:
• Ausculta cardíaca (sopros).
• Ausculta pulmonar (ruídos)
• Edema dos membros.
Pode, ainda, utilizar exames complementares como:
• Radiografia de tórax (que visualiza o aumento do coração).
• Doppler-Ecocardiografia (que mostra o coração em funcionamento, podendo ser visualizada a insuficiência cardíaca mais detalhadamente e também mostra o fluxo sanguineo que passa através das válvulas cardíacas), diâmetros cavitários, diâmetros das paredes cardíacas, entre outros.

Como se trata?
Há a necessidade de tratar, se possível, a doença subjacente que desencadeou a Insuficiência Cardíaca Congestiva.
Deve-se também tratar o coração insuficiente. Para isso, restringe-se a ingestão de alimentos que contenham sal. É aconselhável administrar dieta própria para cada caso através de rações terapêuticas.
O tratamento pode ser realizado de diversas maneiras. Geralmente se utiliza diuréticos, antihipertensivos, antiarritmicos e broncodilatadores se necessário.
Para o diagnóstico correto da patologia cardíaca o Doppler ecocardiograma e o eletrocardiograma são fundamentais.
Com essas medidas, um médico veterinário consegue prolongar por anos a vida de um paciente acometido de Insuficiência Cardíaca Congestiva.


Fonte: Veterinária Online

por Mariana Trevisan * 10:58 PM


Comments:

Anatomia e Fisiologia do Sistema Cardiovascular

O sistema cardiovascular (coração, o sangue, artérias e veias.) é responsável pelo transporte e movimentação de todas as substâncias pelo organismo.

O Coração: músculo que bombeia sangue para todas as regiões do corpo. Este órgão é o grande responsável pela força propulsora do sistema cardiovascular

Os Vasos sanguíneos: incluem artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias, são os caminhos pelos quais o sangue viaja através do corpo. Artérias e arteríolas transportam para o organismo o sangue rico em oxigênio(O2). Veias e vênulas trazem de volta ao coração o sangue rico em gás carbônico(CO2). Os capilares são minúsculos vasos sanguíneos que conectam arteríolas e vênulas. A finura de suas paredes permite a troca de nutrientes e outras substâncias como O2 e CO2 entre o sangue e as células e tecidos do corpo.

O Sangue: responsável pelo transporte de oxigênio dos pulmões para todos os tecidos, através das hemácias . Além disso, o sangue transporta outras substâncias importantes tais como glóbulos brancos (defesa do organismo), plaquetas (coagulação), hormônios e nutrientes pelo corpo e remove as substâncias tóxicas produzidas pelas células.


Anatomia: lado esquerdo



Anatomia: lado direito

O coração não é uma máquina perfeita e muitas vezes pode não funcionar corretamente

Em filhotes, as anormalidades mais freqüentemente diagnosticadas estão associadas ao sistema circulatório. A maioria dos problemas cardíacos congênitos pode ser detectada nessa idade, com o auxílio de um estetoscópio.

Muitos problemas cardíacos causam sons anormais, chamados de sopro. Os sopros, são decorrentes de um fluxo sanguíneo anormal ou turbulento, devido a estreitamento de vasos, válvulas ou a persistência de aberturas anormais entre os compartimentos cardíacos.

O sistema circulatório do cão e do gato é muito semelhante ao sistema circulatório humano. O coração possui quatro compartimentos. Os dois compartimentos superiores são os Átrios direito e esquerdo. Os compartimentos inferiores, mais fortes que os Átrios, são os Ventrículos direito e esquerdo.


Problemas Cardíacos mais Comuns em Cães e Gatos

Em seres humanos, a expressão “ataque cardíaco” é usada para descrever uma trombose coronária (um bloqueio dos vasos sanguíneos que irrigam o músculo cardíaco, devido a depósitos de gordura). Cães e gatos podem sofrer ataques cardíacos se estiverem muito prejudicados pela filariose ou se estiverem muito obesos e já com certa idade, porém em muito menor escala do que seres humanos. Cães e gatos geralmente sofrem de outros problemas cardíacos.

O problema cardíaco que mais ocorre em gatos é a Cardiomiopatia. A cardiomiopatia é um problema que ocorre no próprio músculo cardíaco. Antigamente, um tipo específico cardiomiopatia (cardiomiopatia dilatada) ocorria com mais freqüência porque os gatos não recebiam uma quantidade suficiente de Taurina (um aminoácido importante), para prevenir este tipo de problema.



Cães também podem apresentar Cardiomiopatias, mas geralmente eles têm maior tendência em apresentar problemas de válvulas cardíacas. As válvulas cardíacas se localizam entre os diferentes compartimentos do coração (átrios e ventrículos). Elas evitam que o sangue volte ao compartimento de onde foi bombeado. Problemas nas válvulas quase sempre geram murmúrios cardíacos também conhecidos como sopros.


por Mariana Trevisan * 9:33 PM


Comments:

[Quinta-feira, Setembro 13, 2007]




Estas animações foram construidas pra uma aula sobre diabetes do Prof. Diucenio Rangel. O Curta refere-se ao mecanismo de absorção de glicose e liberação de insulina




por Mariana Trevisan * 6:35 PM


Comments:

INSULINOMA

Insulinoma é um tumor - geralmente benígno das células secretoras de insulina (células beta). A insulina é responsável pela regulação da glicemia - regula a quantidade de energia do organismo, junto com o glucagon, mas a insulina é liberada com o aumento do açucar no organismo, e o glucagon com a diminuição.

"Enquanto esses tumores são benígnos eles produzem grandes quantidades de insulina, o que diminui os níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia). Esse é o oposto da situação encontrada na diabetes, onde baixos níveis de insulina levam a um aumento dos níveis de glicose.
Hipoglicemia é uma doença comum em ferrets adultos de ambos os sexos.
Os sintomas de hipoglicemia podem ser muito amenos no começo.
Quando a doença vai se desenvolvendo ao longo dos meses, os sintomas aumentam severamente e por último, acabam sendo fatais.
Inicialmente aparecem episódios de fraqueza ou desorientação, que passam após alguns segundos ou minutos. Ferrets podem ficar parados olhando no vazio, como dormindo, durante um episódio de hipoglicemia, ou mesmo arrastar as pernas traseiras enquanto se movimentam.
Como a doença é progressiva e os tumores crescem , o ferret pode salivar e fazer movimentos como se estivesse mastigando. Esfregar as patinhas na boca e no focinho, também é notado durante um ataque de hipoglicemia.
Os episódios passam a se tornar mais frequentes e mais severos, levando a crises e coma"


Mais informações: http://www.geocities.com/bunny_ferret/artigos_3.html
Algumas fotos interessantes

por Mariana Trevisan * 6:22 PM


Comments:

Glicocorticóides: hormônio do Stress

E não é que existe um modo fácil e agradável para ser menos estressado? =)

Carinhos com bebês-rato mudam permanentemente a resposta ao estresse



Bebês prematuros, até recentemente, eram por norma deixados sozinhos em incubadeiras, separados da mãe. Parecia um contra-senso, depois de nove meses no aconchego do ventre, e de fato a prática mostrava que algo não estava muito certo: apesar de receberem cuidados médicos, alimento, oxigênio e calor, esses bebês tinham problemas de desenvolvimento e demoravam a receber alta e ir para casa.

Até que alguém resolveu permitir que as mães ficassem por perto, acariciando suas crias. A mudança foi drástica: os bebês subitamente cresciam, tinham mais saúde e iam para casa em menos tempo. Hoje se conhece a explicação: o cérebro, que possui um sistema especializado em detectar carícias, parece interpretar a falta de toques e carinhos como sinal gritante da ausência de alguém que cuide do bebê, e aciona uma resposta generalizada de estresse, com liberação de hormônios glicocorticóides. Em conseqüência, corpo e cérebro saem do modo 'desenvolvimento/ crescimento', entram no modo 'sobrevivência', armazenando reservas, e dele só saem quando o cérebro detectar carinhos que indicam que alguém começa a se ocupar do bebê.

Mas os benefícios do carinho vão além de permitir o desenvolvimento tranqüilo do bebê. Michael Meany, da Universidade McGill, no Canadá, mostrou no final dos anos 1990 que ratos que são devidamente lambidos por suas mães durante a primeira semana de vida tornam-se adultos mais tranqüilos, pouco medrosos e com respostas hormonais e comportamentais de estresse mais controladas do que ratos criados por mães-ratas pouco carinhosas.

A alteração parece ser intermediada por um mecanismo de auto-regulação do hipocampo, que detecta a presença de hormônios de estresse e impede que a resposta de estresse aumente ainda mais. E mais: ratas que foram bastante lambidas pela mãe quando bebês tendem a se tornar mães igualmente chegadas a lamber a cria.

Claro que ratas carinhosas poderiam ter filhas tranqüilas, pouco medrosas, pouco estressadas e carinhosas com seus próprios filhotes por razões puramente genéticas. Mas experimentos com mães-rato adotivas mostraram que o determinante é o comportamento da mãe, biológica ou não. Seja lambido e você lamberá sua cria também, que por sua vez também lamberá a cria dela -- mesmo que alguém tenha trocado você de família.

E aqui vêm duas grandes perguntas. Se todo mundo aprende na escola e nas aulas de evolução que somente os genes são passados adiante, como explicar (1) que ratas que foram bem lambidas pela mãe adotiva 'herdam' dela o gosto por lamber sua cria, e (2) que os efeitos benéficos de uma semana de lambidas maternas duram até a vida adulta?

Uma explicação única para as duas observações está em uma transmissão entre gerações não genômica, isto é, não limitada ao DNA, de caracteres adquiridos ao longo da vida relacionados à resposta de estresse. Soa herético à primeira vista, pois era o que Lamarck dizia ao propor que as girafas que ganhavam longos pescoços de tanto esticá-los para alcançar as folhas mais altas passavam essa característica adiante à sua prole. Mas a própria genética -- e o próprio Meaney -- explica, em estudo publicado 27 de junho na revista Nature Neuroscience.

Ser lambido pela mãe provoca nos bebês-rato um aumento na liberação de serotonina no cérebro, que leva a um aumento na produção de um fator neuronal de transcrição que, por sua vez, faz com que mais moléculas do receptor para glicocorticóides (os hormônios do estresse) sejam produzidas a partir do respectivo gene no hipocampo.

Com mais receptores para detectar a presença de glicocorticóides, o hipocampo cancela mais rapidamente a resposta de estresse e contribui para um comportamento mais tranqüilo e menos estressado dos animais. Mas como essa mudança seria permanente, ou ainda transmitida à prole?

A permanência fica por conta de alterações epigenômicas, segundo Meaney e sua equipe. Graças a uma série de técnicas modernas de genética molecular, eles demonstraram que os carinhos maternos provocam alterações não no genoma (a seqüência de bases do DNA), mas no tal do epigenoma (coloque mais esta palavra no seu vocabulário, ela promete aparecer cada vez mais: são as moléculas de cromatina enoveladas ao redor do DNA, e acréscimos de radicais metila dependurados ao próprio DNA).

Essas alterações modificam o quanto o DNA da célula fica acessível para leitura. No caso dos animais lambidos pelas mães, alterações epigenômicas deixam o gene para o receptor de glicocorticóide mais acessível ao fator de transcrição, e o resultado é a produção de um número maior de receptores -- e uma resposta de estresse mais controlada.

Alterações epigenômicas são estáveis até que a célula entre em divisão, quando o DNA precisa ser totalmente desenrolado para duplicação. Como neurônios por definição não se dividem mais, alterações no seu epigenoma provocadas em última análise por lambidas maternas serão carregadas pelo resto da vida. E serão passadas adiante por um mecanismo igualmente epigenômico, mas que poderia até se chamar transgenômico: por reduzir a resposta de estresse, a própria alteração contribui para o comportamento carinhoso com a cria, que por sua vez é suficiente para produzir alteração semelhante nos filhotes. E assim uma característica não determinada pelo DNA passa a ser transmitida de mãe para filha.


Fonte: http://www.drashirleydecampos.com.br

por Mariana Trevisan * 5:06 PM


Comments:

[Domingo, Agosto 26, 2007]

Caso clínico:
O caso é de uma poodle de 5 anos que após ser castrada passou a engordar muito, apresentava polifagia, polidipsia e poliúria. Apresentava também problemas na pele, respiração ofegante. Na ultra-sonografia não apresentou alteração. Vive em ambiente rural e é alimentada com ração e comida caseira. No exame clínico foi constatado alopecia simétrica bilateral no tronco, pelagem normal na cabeça e pescoço, hiperpigmentação, pelagem adelgaçada, respiração ofegante, sem tosse, abdômem pendulante.
Foram feitos exames complementares como: radiografia torácica (que mostrou infiltração do parênquima pulmonar e aumento da área cardíaca), radiografia abdominal (que mostrou hepatomegalia). Foi feito também urinálise e hemograma completo.
Pelos sinais, anamnese e exames foi diagnosticado como provável hiperadrenocorticismo. E foi iniciado um tratamento com Lysodren, nos primeiros quatro dias, 2x ao dia - 1/4 do comprimido, foi observado uma melhora do animal (voltou a se alimentar normalmente). Depois passou a ser 1x ao dia, duas vezes por semana - 1/4 do comprimido. Trinta dias depois o animal havia emagrecido 800g.
Foi confimada a suspeita de hiperadrenocorticismo.


Hiperadrenocorticismo: A Doença de Cushing ou Síndrome de Cushing (hiperadrenocorticismo) é uma enfermidade resultante de uma superprodução crônica de glucocorticóides pelo organismo. Em um cão normal, a hipófise produz um hormônio chamado ACTH, que estimula a glândula adrenal a produzir um hormônio esteróide,o glucocorticóide que é responsável pelo funcionamento de muitos sistemas do organismo. Se há algum problema na hipófise ou na adrenal que leve a um aumento na produção de glucocorticóides, haverá o desenvolvimento da Síndrome de Cushing.

[ http://www.veterinariaonline.com.br ]


por Mariana Trevisan * 6:43 PM


Comments:

SISTEMA ENDÓCRINO

* Introdução á endocrinologia
Há no organismo algumas glândulas ou células especializadas que são essenciais para a vida, pois liberam substâncias químicas (hormônios) no sistema circulatório e estes influenciam a função das células ou outros locais do corpo. As principais glândulas endócrinas são: pâncreas, tireóide, paratireóide, cápsulas supra-renais, hipófise e as gônadas.
Alguns hormônios endócrinos influenciam a maioria das células do corpo. Exemplo: Hormônio do crescimento, que causa crescimento em quase todas as partes do corpo. Troxina que aumenta a velocidade das reações químicas.
Outros afetam apenas tecidos específicos (tecidos alvos). Exemplo: Hormônio Adrenocorticotrópico que estimula especificamente o córtex adrenal causando a secreção de hormônios adrenocorticais. Hormônios ovarianos que tem efeitos especificos sobre os orgãos sexuais femininos, bem como sobre os caracteres sexuais secundários do corpo feminino.
Os múltiplos sistemas hormonais do organismo desempenham papel chave na regulação de quase todas as funções, incluindo o metabolismo, crescimento, desenvolvimento, equilíbrio hidroeletrolítico, reprodução e o comportamento.



*Glândulas
- Hipotálamo
Se localiza na base do encéfalo, sob uma região encefálica denominada tálamo. A função endócrina do hipotálamo está a cargo das células neurossecretoras, que são neurônios especializados na produção e na liberação de hormônios.

- Hipófise (ou glândula Pituitária)
A hipófise é dividida em três partes, denominadas lobos anterior, posterior e intermédio.
Hormônios produzidos no lobo anterior da hipófise
Samatotrofina (GH) - Hormônio do crescimento.
Hormônio tireotrófico (TSH) - Estimula a glândula tireóide.
Hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) - Age sobre o córtex das glândulas supra-renais.
Hormônio folículo-estimulante (FSH) - Age sobre a maturação dos folículos ovarianos e dos espermatozóides.
Hormônio luteinizante (LH) - Estimulante das células intersticiais do ovário e do testículo; provoca a ovulação e formação do corpo amarelo.
Hormônio lactogênico (LTH) ou prolactina - Interfere no desenvolvimento das mamas, na mulher e na produção de leite.
Os hormônios designados pelas siglas FSH e LH podem ser reunidos sob a designação geral de gonadotrofinas.
Hormônios produzidos pelo lobo posterior da hipófise
Oxitocina - Age particularmente na musculatura lisa da parede do útero, facilitando, assim, a expulsão do feto e da placenta.
Hormônio antidiurético (ADH) ou vasopressina - Constitui-se em um mecanismo importante para a regulação do equilíbrio hídrico do organismo.

- Tireóide
Situada na porção anterior do pescoço, a tireóide consta dos lobos direito, esquerdo e piramidal. Os lobos direito e esquerdo são unidos na linha mediana por uma porção estreitada - o istmo.
A tireóide é regulada pelo hormônio tireotrófico (TSH) da adeno-hipófise. Seus hormônios - tiroxina e triiodotironina - requerem iodo para sua elaboração.

- Paratireóides
Constituídas geralmente por quatro massas celulares, as paratireóides medem, em média, cerca de 6 mm de altura por 3 a 4 mm de largura e apresentam o aspecto de discos ovais achatados. Localizam-se junto à tireóide.
Seu hormônio - o paratormônio - é necessário para o metabolismo do cálcio.

- Supra-Renais ou Adrenais
Em cada glândula supra-renal há duas partes distintas; o córtex e a medula. Cada parte tem função diferente.
Os vários hormônios produzidos pelo córtex - as corticosteronas - controlam o metabolismo do sódio e do potássio e o aproveitamento dos açúcares, lipídios, sais e águas, entre outras funções.
A medula produz adrenalina (epinefrina) e noradrenalina (norepinefrina). Esses hormônios são importantes na ativação dos mecanismos de defesa do organismo diante de condições de emergência, tais como emoções fortes, "stress", choque entre outros; preparam o organismo para a fuga ou luta.

- Pâncreas
O pâncreas produz o hormônio insulina, que regula o nível de glicose no sangue. Em certas condições, por exemplo, quando se ingere muito açúcar, o nível de glicose no sangue aumenta muito. Então o pâncreas libera insulina no sangue. Esse hormônio aumenta a absorção de glicose nas células. Assim, o excesso de glicose é retirado do sangue e o nível desse açúcar volta ao normal. Quando o pâncreas produz uma quantidade insuficiente de insulina, surge uma doença conhecida como diabetes. Nesse caso, o excesso de glicose permanece no sangue: é a hiperglicemia, constatada pela presença de glicose na urina. A incapacidade das células em absorver adequadamente a glicose do sangue provoca alguns sintomas como a sensação de fraqueza muscular e fome.
O pâncreas não é somente uma glândula, endócrina, pois este órgão constitui uma glândula de secreção externa; produz, na verdade, o suco pancreático, que serve para digerir os alimentos e que é lançado no duodeno por um ducto que percorre o pâncreas em toda a sua extensão. Num corte do pâncreas, contudo, notam-se "ilhas" de substância formada de células diversas das do resto da glândula: são as ilhotas de Langerhans, que são dotadas, justamente, de urna função endócrina.
As ilhotas de Langerhans produzem um hormônio: a insulina, da qual a função é permitir a utilização dos açúcares por parte dos tecidos e em particular dos músculos, para cuja atividade o açúcar é fundamental. Quando acontece faltar a insulina, os açúcares não podem ser utilizados pelos músculos e ficam no sangue: é a diabete. Esta moléstia é causada, na verdade, pela hiperglicemia, isto é, pela presença no sangue dos açúcares em proporção superior à normal, um por mil. Aumentando o açúcar no sangue, a um certo ponto, o rim não consegue mais reter esse açúcar, que passa, em grande quantidade através dos glomérulos e aparece, portanto, na urina.

- Ovários
Na puberdade, a adeno-hipófise passa a produzir quantidades crescentes do hormônio folículo-estimulante (FSH). Sob a ação do FSH, os folículos imaturos do ovário continuam seu desenvolvimento, o mesmo acontecendo com os óvulos neles contidos. O folículo em desenvolvimento secreta hormônios denominados estrógenos, responsáveis pelo aparecimento das características sexuais secundárias femininas.
Outro hormônio produzido pela adeno-hipófise - hormônio luteinizante (LH) - atua sobre o ovário, determinando o rompimento do folículo maduro, com a expulsão do óvulo (ovulação).
O corpo amarelo (corpo lúteo) continua a produzir estrógenos e inicia a produção de outro hormônio - a progesterona - que atuará sobre o útero, preparando-o para receber o embrião caso tenha ocorrido a fecundação.

- Testículos (Células de Leydig)
Entre os túbulos seminíferos encontra-se um tecido intersticial, constituído principalmente pelas células de Leydig, onde se dá a formação dos hormônios andrógenos (hormônios sexuais masculinos), em especial a testosterona.
Os hormônios andrógenos desenvolvem e mantém os caracteres sexuais masculinos.

- Outras funções endócrinas
Além das glândulas endócrinas, a mucosa gástrica (que reveste internamente o estômago) e a mucosa duodenal (que reveste internamente o duodeno), têm células com função endócrina. As células com função endócrina da mucosa gástrica produzem o hormônio gastrina; e as da mucosa duodenal produzem os hormônios secretina e colecistoquinina.

Na figura abaixo estão desenhadas algumas glândulas (Lado esquerdo: masculino e lado direito: feminino).:


1 - Glândula Pineal
2 - Glândula Pituitária
3 - Glândula Tireóide
4 - Timo
5 - Glândula Supra-renal
6 - Pâncreas
7 - Ovário
8 - Testículo

por Mariana Trevisan * 6:30 PM


Comments: